BIOGRAFIAS
Diogo Feijó (1784-1843)
Estadista e sacerdote. Nasceu no dia 17 de
agosto de 1784 em São Paulo, onde morreu no dia 10 de
novembro de 1843. Em 1809 ordenou-se sacerdote, exercendo o sacerdócio
em Parnaiba, Guaratinguetá e Campinas. Foi Professor de
História, Geografia e Francês. Mais tarde
estabeleceu-se em ltu, dedicando-se ao estudo de Filosofia. Em
1821, partiu para Lisboa, como deputado por São Paulo. No
exercício do mandato, pugnou abertamente pela independência
do Brasil. Em conseqüência do movimento de agitação
contra os brasileiros separatistas, Feijó viu-se obrigado a
fugir para a Inglaterra. Regressou ao Brasil depois da proclamação
da Independência. Assumiu a pasta da justiça em 1831,
tomando parte ativa na política. Destaca-se dentre as
iniciativas de Feijó: a proteção que
dispensou à colonização que deveria
substituir o trabalho escravo, a regulamentação do
ensino primário e a reorganização do serviço
alfandegário. Desejando-se que José Bonifácio
fosse destituído da tutoria dos príncipes e vendo-se
contrário abandonou o ministério. Foi feito
presidente do Senado em 1833, pelo Rio de Janeiro. Assumiu a regência
do Império em 1835, presidiu o Senado em 1839, mudando-se
mais tarde para São Paulo, com a intenção de
dedicar-se à lavoura. Contudo, durante a revolução
de 1842, seguiu para Sorocaba. Foi preso, levado para Santos,
depois para o Espírito Santo. Defendeu-se da acusação
em 15 de maio de 1843, conseguindo ser absolvido. Considera-se
Feijó um dos fundadores do Partido Liberal. Teve grande
importância na política imperial, tanto por seus
atos, como por sua influência, ocupando um lugar de destaque
na História do Brasil. Suas obras: Demonstração
da Abolição do Celibato, Preliminares da Filosofia e
outras. Seu nome: Diogo Antônio Feijó.
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