ESPECIAL: Cinema (por Miguel Pellenz)
Marylin Monroe (1926-1962)
A deusa máxima das telas e um icone do século XX, seu nome verdadeiro
era Norma Jean Mortenson. Era filha de mãe solteira e instável,
e foi criada em orfanatos. Casou-se, trabalhou em uma fábrica de
munições, posou como Pin-up, fez teste no cinema, foi contratada
para alguns papéis pequenos e dispensada ple Twentieth Century Fox
antes de completar 20 anos. Lutou em divérsos estudios com papéis
pequenos antes de deixar uma marca em The Asphalt Jungle (50) e
sua sexualidade voluptuosa e instintos de comediante fizeram-na
subir de forma meteórica, atingindo a sua apoteose como loira fatal
em Os Homens Preferem as Loiras (53). Muitos de seus filmes posteriores
foram banais, mas seu impacto era espetacular. Está adorável como
a inocente garota de O Pecado Mora ao Lado (55) a cantora impetuosamente
cortejada de Bus Stop (56), a cantora Sugar em Quanto Mais Quente
Melhor(59) e a triste divorciada de Os Desajustados (61), curiósamente
o seu último filme e tambem de Gable e Clift. Seu segundo marido
foi o heroi do beisebol Joe Dimaggio, o terceiro o dramaturgo Arthur
Miller e entre os seus amantes estão o presidente John Kennedy e
supostamente o seu irmão Robert. Sua morte por overdose de barbituricos,
pareceu ser a consequencia inevitável para uma vida infeliz e assegurou
que perdurasse uma lenda por muito mais tempo do que qualquer outra
estrela de Hollywood.
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